terça-feira, 10 de março de 2009

Ufa!

Já é terça-feira e somente agora consegui parar de comemorar, gritar, me arrepiar e lembrar de escrever algo sobre o acontecimento mais extraordinário do ano!
Este 8 de março de 2009 definitivamente já está na história. Porém, tem algumas coisas que me chamaram a atenção, mesmo na minha louca euforia, no momento do jogo e gostaria de compartilhar:
1º lugar - Quarta-feira dia 4/03 o bendito Douglas não passou a bola.
2º lugar - Mesmo diante do clamor de muitos após o jogo de quarta o Mano, sempre comedido e inteligente, não escalou o homem desde o começo do jogo.
3º lugar - No 1º tempo não existiu um jogo, pois diante de um calor escaldante e desumano, os jogadores das duas equipes ficaram cadenciando o jogo e evitando correria.
4º lugar - O nosso bom arqueiro Felipe, quase sempre seguro, cometeu um erro grosseiro e deu ao jogo uma cara dramática que nem o mais sofredor dos "loucos do bando de loucos" desejaria.
Diante de tudo isso quero falar um pouco a respeito do sobrenatural:
Não sei caro leitor, se você reparou mas, no segundo tempo, como em um filme de ficção científica, o céu fechou, a temperatura baixou e o clima ficou em uma condição maravilhosa para se jogar futebol. Principalmente para um jogador em inatividade há um ano.
Não sei também se você notou a direção do 1º chute do Ronaldo no jogo, mas pra mim parecia que aquela bola ia parar na arquibancada pela força e forma como ele pegou na pelota. Lembrou o lendário Didi e sua "folha seca" pois do nada a bola caiu e caprichosamente carimbou o travessão.
E a cabeçada do André Santos após o cruzamento do "Gordinho"? O desconhecido Bruno pegou como se fosse o competente Marcos. No mínimo estranho...
E o mais extraordinário na tarde loucamente extraordinária foi que o nosso personagem, consagrado por seus mais de 500 gols com os pés fenomenais, fez o gol da forma mais inesperada: de cabeça, sua maior e talvez única deficiência como jogador de futebol.
É meu amigo, definitivamente a tarde do dia 8 de março de 2009 não foi um domingo qualquer, mas um domingo louco e de fúria...

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